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Cuidados necessários com seu pet no verão

O verão é uma delícia, mas nada é perfeito. O calor pode prejudicar qualquer um, inclusive os cães. Por isso, alguns cuidados devem ser tomados para que seu amigão não sofra.

Desidratação e patas queimadas são alguns dos problemas causados pelo calor. O G1 ouviu alguns especialistas e veterinários que deram dicas de como podemos evitar esses problemas. Confira o artigo na integra http://glo.bo/TJUe1X

A labrador Nina gosta de dar mergulhos na piscina em dias de calor (Foto: Isabela Figueira de Andrade/VC no G1)

 
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Publicado por em 3 de janeiro de 2013 em Dicas

 

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Como evitar disputas entre cães

Os cães são animais que vivem em grupos, em bando, inclusive compostos por humanos e outros animais. Acontece que para os cães a hierarquia e a posição social dentro de um bando é muito importante e alguns fatores podem levar a brigas entre eles.

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Estou com esse problema em casa. A minha dálmata, a Latoya, está chegando à maturidade, por isso ela está buscando seu lugar no nosso bando e, pra isso, resolveu “derrubar” a Madona, a são bernardo, de sua posição agredindo-a e impedindo-a de chegar perto dos brinquedos e das pessoas.

Como evitar brigas entre os cães

Pra tentar resolver esse caso, pesquisei sobre o que pode levar um cão a uma briga e como evitar. Compartilho com vocês o que encontrei:

Respeite a hierarquia

Primeiro, você deve ser o líder. Abaixo de você e das demais pessoas que convivem com os cães, perceba qual deles está na posição mais altar de hierarquia e privilegie este, caso contrário, ele pode querer atacar o outro cão por desrespeito. Dê a ele primeiro os petiscos, a comida e os brinquedos.

Como reconhecer o grau hierárquico? É fácil: ele controla tudo, costuma ser observado e seguido, é respeitado pelo(s) outro(s) cachorro(s). O que está abaixo na escala, normalmente, coloca o rabo entre as pernas, lambe a boca do outro e dá outros sinais de submissão.

Evite disputas por alimento e objetos

Se você perceber que determinado objeto ou alimento causa briga entre os cães (como osso), evite usá-lo. Ou, então, só o ofereça quando os cães estiverem separados. O mais prudente é servir a comida isoladamente ou sob supervisão humana, para evitar conflitos desnecessários.

Não dê bola a pequenos desafios

Dar atenção a cães que se desafiam em pequenas brigas pode torná-las mais frequentes só para chamar a nossa atenção. Interferir nessas disputas tão comuns também pode atrapalhar a definição da liderança e resultar em mais brigas posteriormente.

Castração pode ajudar

Brigas ocorrem mais entre cães do mesmo sexo. A castração pode ajudar a reduzir esses conflitos, tanto entre machos como entre fêmeas (elas tendem a ficar mais agressivas no cio).

Convívio constante

Só separe os cães se houver necessidade. Quando eles ficam sem contato por algum tempo e depois voltam a estar juntos, podem se mostrar mais dominantes em relação ao território e aos objetos disponíveis. O resultado provável é haver brigas mais sérias. Se possível, mantenha o convívio entre os cães, mesmo depois de pequenos conflitos entre eles.

Exerça forte liderança

A maior parte das brigas ocorre quando o proprietário resolve interagir com os cães, brincando ou acariciando. Para evitá-las, é preciso demonstrar forte liderança e não permitir provocações e rosnados que possam evoluir para briga.

Lidando com momentos críticos

Existem situações que favorecem o começo de brigas. Por exemplo, voltar de um passeio feito com somente um dos cães, que não seja o dominante do grupo. Nesse momento, para os cães não ficarem se cheirando ou se confrontando, deve-se criar um foco diferente de atenção. Por exemplo, ao chegarem ofereça um petisco ao cão dominante e, em seguida, aos demais. Assim, todos prestarão atenção em você, em vez de um tentar controlar o outro.

Fonte: Revista Cães & Cia, n. 307, dezembro de 2004

Reconheça os sinais pré-briga

  • Aproximação lenta e caltelosa
  • Corpo ereto e tenso
  • Olhar fixo no outro
  • Cauda pra cima
  • Pelos eriçados

Quando perceber esses sinais, use biribinhas, chocalhos ou alguma coisa que faça-os desviar a atenção. Assim você pode evitar que a briga aconteça.

Lembre-se:

  • Nunca cause ciúmes
  • Não repreenda com agressões físicas
  • Não recompense o mal comportamento – ou seja, não dê petiscos ou carinho depois de uma briga, mesmo que seja apenas tocar em uma ferida
  • Não estimule o início da briga – quando perceber que os cães vão começar uma briga, evite usar seus nomes, pois eles podem compreender como “ataque!”

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Cachorro com ciúme de outro cachorro

 
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Publicado por em 16 de agosto de 2012 em Comportamento, Dicas

 

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Publicado por em 15 de agosto de 2012 em Sem categoria

 

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Como ensinar seu cachorro a se exercitar na esteira

Não existem desculpas para não exercitar seu cão. Já falei em milhões de posts sobre a importância do passeio, inclusive falei sobre o trabalho dos Dog Walkers. Você pode dizer que não tem tempo para passear ou que não tem grana pra pagar alguém que faça isso por você, mas tenho mais uma solução pra te oferecer: a esteira empoeirada e parada na sua casa.

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como ensinar seu cão a andar na esteira

Se você é dessas pessoas que compram uma esteira pra se exercitar, usam por um mês no maior pique e depois deixam a coitada encostada em qualquer lugar, saiba que seu investimento não foi em vão.

Enquanto você assiste a novela das 8, passa roupa, faz janta, ajuda seu filho no dever de casa, seu cachorro pode gastar as energias na esteira de casa. Isso não substitui o passeio, mas ajuda a desestressar e descarregar a tensão do cão.

Além disso, a esteira é indicada para:

– animais obesos;
– animais confinados em hotéis ou canis;
– reabilitação pós-operatoria ou de membros lesionados;
– treinamento para competições ou exposições desde de filhotes.

Como ensinar seu cão a usar a esteira

Primeiro, coloque-o na esteira de forma bem feliz, com o apoio de petisco ou brinquedo. Comece bem devagar, para ele se acostumar. Continue dando petiscos e elogiando-o, para que ele se sinta confiante e orgulhoso.

Aos poucos, vá aumentando a velocidade. Você conhece seu cão, se ele for um beagle ou um dálmata, certamente irá aguentar uma velocidade que o faça correr. Já se for um bulldog, a velocidade deve ser bem reduzida, por causa da dificuldade de respiração.

Antes de parar, vá diminuindo gradativamente, para que ele não se sinta tonto. Depois de algumas semanas de exercício nem será mais necessário essa gradação, porque ele já terá se acostumado.

Por favor, não deixe de passear com seu cão, pois ele se sente feliz em ver coisas novas. Cheirar, correr, conhecer outros cães e pessoas é muito importante para a felicidade plena dele.

Veja os posts sobre Passeios

 
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Publicado por em 15 de agosto de 2012 em Dicas, Passeio

 

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7 dicas para criar cachorro em apartamento

Seja qual for a raça, todo cão que vive em apartamento tende a sofrer de ansiedade e estresse. Por isso é importante encontrar um espacinho na agenda para passear e brincar em parques ou praças, onde o cachorro tenha contato com a natureza, nem que seja uma graminha. Além das caminhadas, a escovação e os cuidados preventivos com a saúde são essenciais para o bem-estar e felicidade do seu amigão.

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Pra que seu pet seja feliz e bem cuidado, mesmo morando em apartamento, é preciso seguir algumas regras básicas.

Primeiro, não é porque um cão é pequeno que ele será feliz confinado em uma sala ou varanda. Segundo, a maioria das raças grandes foram criadas para caça, guarda ou trabalho e, por isso, possuem muita energia. Se ele não tiver nada pra fazer, pode ter certeza que irá destruir tudo.

As 7 dicas:

1. A melhor escolha são raças pequenas ou médias. As mais adaptáveis são: poodle, yorkshire, maltês, fox terrier, schnauzer, pinscher, dachshund etc.

2. Mesmo que seu cão tenha livre acesso ao apartamento, ele precisa passear e se exercitar. Leve-o para a rua de duas a três vezes ao dia, por 30 minutos, no mínimo. Exercícios fazem bem à saúde e com certeza ele ficará mais tranquilo. (A importância do passeio)

3. Ofereça a ele brinquedos ou osso de couro para roer. Isso evita o “tédio” e problemas de comportamento, além de diminuir a chance de ele roer os móveis da casa ou desenvolver dermatites psicogênicas, como lamber as patas incessantemente por falta do que fazer. (A importância dos brinquedos e como escolher)

4. Ter companhia não significa deixar o cão aos cuidados de uma pessoa que nem sequer olha para ele. O cachorro quer atenção e gosta de brincar. Tire um tempo para brincar com seu cão diariamente.

5. Não deixe o cachorro sozinho o dia todo. Ele pode e deve ficar algumas horas sozinho, desde filhote, para se acostumar com a ausência do dono e para não se tornar um cão dependente. Mas ele não deve ficar isolado o dia todo. (Deixando o cão sozinho)

6. Se houver um parque ou praça perto de sua casa, leve seu cão para passear. O contato com plantas e outros cães fará bem ao seu animal.

7. Não se esqueça dos vizinhos! Eles não têm a obrigação de ouvir seu cão latir o tempo todo. Há muitas maneiras de corrigir o cachorro que late compulsivamente. Em muitos casos, eles estão infelizes porque seus donos não seguiram as regras anteriores. (Evitando os latidos noturnos)

 
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Publicado por em 8 de agosto de 2012 em Dicas

 

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A importância dos brinquedos para cães

Quando nascem, os cães são como bebês humanos: descobrem cheiros, texturas, sons, sabores, etc. Surge curiosidades e passam a colocar tudo na boca. Mas existe uma diferença grande entre nós e os animais. É que em poucos dias os dentinhos deles já começam a nascer e crescem rapidamente fortes e afiados, prontos para roer.

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Cães não domesticados (selvagens) iniciam a exploração os arredores de onde vive sob supervisão da mãe. Eles testam seus limites medindo forças com seus irmãos e assim decidem sua posição no bando. Através de brincadeiras eles aprimoram suas habilidades de caça, luta, além de exercitar músculos, reflexos, mordidas e resistência.

importância do brinquedo para o cachorroMadona

Já os cães domesticados têm menos espaço e liberdade para tais comportamentos, mas o instinto não muda. Eles vão pular, rosnar, correr sem rumo, atacar móveis malvados, entre outras “loucuras”. Sua família é a matilha dele e suas ações devem ser guiadas pelo líder, caso contrário, ele vai liderar e acabar com tudo.

Foi por isso que criaram brinquedos específicos para os cães. Para que eles tivessem o que atacar sem prejudicar a casa de seus donos ou machucar alguém. Mas fique ligado, porque muitos dos brinquedos encontrados em pet shops são feitos para humanos e não para cães.

Agora que você já sabe sobre a importância dos brinquedos na vida de um cão, veja como escolher o brinquedo certo.

Latoya buscando a bolinha no parqueLatoya

Descartáveis: são aqueles do dia-a-dia. O cão pode morder à vontade, pode estragar  em minutos que não será repreendido. É interessante deixar seu cheiro no brinquedo, pois ele vai sempre procurar um objeto que tenha a sua identidade, assim, seus chinelos, suas roupas, sua bolsa estarão seguros.

Intermediários: são brinquedos que duram mais e os cães até podem estragá-lo, mas não quando você estiver por perto para não perder sua autoridade. Utilize esse brinquedo para educá-lo. Você determina a hora de dar o brinquedo. Você deve repreendê-lo se estiver tentando estragar o objeto. É um ótimo recurso para se estabelecer os limites do que ele pode ou não pode fazer.

Especiais: são aqueles que o cão elege para ser o seu brinquedo mais legal. Assim como as crianças, um objeto preferido, ajuda no desenvolvimento saudável dos cães. Você deve mostrar para ele que está cuidando e protegendo esse brinquedo. Sabendo disso, o cão fica tranquilo e você se torna um líder sensato e querido por ele.

Leve em consideração a idade, temperamento, porte físico do cão e função do brinquedo (segundo o Dr.Pet).

  • Para cães filhotes as melhores opções são mordedores de látex, bolinhas macias e maciças e ossos flexíveis, pois ajudam a aliviar a coceira na gengiva, devido à troca de dentes.
  • Para peludos adultos os proprietários têm uma variedade maior de opções. Osso de nó, de palito e de nylon maciço, mordedores de borracha ou corda e frisbee de látex são usados para distração e brincadeiras no parque.
  • Idosos devem ter uma atenção especial! O brinquedo deve ser macio, como um bicho de pelúcia ou ossos e não pode ser muito pesado para não incomodá-lo. Não deve machucar a gengiva nem exigir muito esforço físico.
  • Para cães tranquilos ou preguiçosos (como a Madona), brinquedos que fazem barulho pode estimular a brincadeira. Já para os agitados, os barulhentos podem deixa-lo ainda mais espoleta.
  • O cachorro que destrói todos os brinquedos (como a Latoya) precisa de bolas e cordas, com materiais mais resistentes – existem varias opções no mercado pet.
  • Se ligue no porte do cão. Os grandões podem engolir brinquedos muito pequenos e os cães menores podem não conseguir pegar a bolinha e outros brinquedos se forem muito grandes.

Observações:

Se você não tem problema em dar garrafa pet para seu cão, deixe as vazias sem rótulos e sem tampas para ele brincar (a Latoya amassa e usa as patinhas da frente para derrapar rs). Outras opções são galões de água vazios e coco verde sem água (para roer). Alguns objetos da sua casa  que você não usa mais podem se tornar brinquedos. Mas se certifique que não há como o cão se machucar ou engolir pecinhas (como a tampa da garrafa pet).

 
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Publicado por em 6 de agosto de 2012 em Brinquedos, Comportamento, Dicas

 

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Como ajudar seu filho a lidar com a morte do cão

Nada dura para sempre, inclusive quem amamos. Infelizmente, cães vivem pouco tempo e perde-los não é fácil pra ninguém, principalmente pra uma criança. Muitas delas nem se lembram de sua vida sem o animal e outras nascem depois que o pet chegou à família. Por isso, para elas a morte de um cão se torna mais traumático.

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Esse post é para que você consiga ajudar seu filho a lidar com a partida do seu cão. Vamos lá!Diga a verdade

É comum que os pais digam “Ele foi embora”, “Ele foi dormir” para evitar o sofrimento dos filhos. Não deixe a criança confusa, porque ela sabe que quem dorme, acorda e quem vai embora, é por vontade própria. A melhor coisa a ser feita, é dizer a verdade e permitir que a criança sofra a seu modo.

Com uma voz suave e tranquila, diga que o cãozinho morreu. Escolha um lugar que seja familiar à criança e conte que o cão não voltará mais e que não é culpa dela. É importante contar o porquê ele morreu: doença, velhice… Responda todas as perguntas sem rodeios. Explique para ela que é normal se sentir triste, com raiva e que vai passar aos poucos, até que ele se tornará uma lembrança gostosa.

Compartilhe seu sofrimento

Não esconda o seu próprio sofrimento. Se você já havia passado por isso antes, principalmente na infância, compartilhe isso com seu filho. Diga a ele como se sentiu na época. Se você mostrar que também está sofrendo, a criança não se sentirá sozinha e se permitirá sofrer.

Respeite o tempo da criança

Luto é um processo, não um evento. Deixe que seu filho sofra o tempo necessário para que possa superar a dor. Permita que ele chore e não o force a sentir-se melhor. Também não lhe diga que já está crescido o bastante para se deixar abater. Crianças precisam de mais tempo para digerir a morte.

Deixe a criança dizer adeus

Faça uma cerimônia para que a família se despeça do animal. Dizer adeus é o ponto de um novo começo. Ela pode escrever uma carta ou fazer um desenho para que tire de dentro de si o que está sentindo. No filme ‘Marley e eu’ acontece uma despedida bem emocionante e você pode se inspirar.

Espere um pouco antes de ter outro animal

Se apressar para ter um novo cão pode causar mais prejuízos à criança. Ela pode se sentir ressentida e não aceitar o novo animal.

Fonte:Petmag.uol.com.br

 
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Publicado por em 31 de julho de 2012 em Dicas

 

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