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Como ajudar seu filho a lidar com a morte do cão

Nada dura para sempre, inclusive quem amamos. Infelizmente, cães vivem pouco tempo e perde-los não é fácil pra ninguém, principalmente pra uma criança. Muitas delas nem se lembram de sua vida sem o animal e outras nascem depois que o pet chegou à família. Por isso, para elas a morte de um cão se torna mais traumático.

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Esse post é para que você consiga ajudar seu filho a lidar com a partida do seu cão. Vamos lá!Diga a verdade

É comum que os pais digam “Ele foi embora”, “Ele foi dormir” para evitar o sofrimento dos filhos. Não deixe a criança confusa, porque ela sabe que quem dorme, acorda e quem vai embora, é por vontade própria. A melhor coisa a ser feita, é dizer a verdade e permitir que a criança sofra a seu modo.

Com uma voz suave e tranquila, diga que o cãozinho morreu. Escolha um lugar que seja familiar à criança e conte que o cão não voltará mais e que não é culpa dela. É importante contar o porquê ele morreu: doença, velhice… Responda todas as perguntas sem rodeios. Explique para ela que é normal se sentir triste, com raiva e que vai passar aos poucos, até que ele se tornará uma lembrança gostosa.

Compartilhe seu sofrimento

Não esconda o seu próprio sofrimento. Se você já havia passado por isso antes, principalmente na infância, compartilhe isso com seu filho. Diga a ele como se sentiu na época. Se você mostrar que também está sofrendo, a criança não se sentirá sozinha e se permitirá sofrer.

Respeite o tempo da criança

Luto é um processo, não um evento. Deixe que seu filho sofra o tempo necessário para que possa superar a dor. Permita que ele chore e não o force a sentir-se melhor. Também não lhe diga que já está crescido o bastante para se deixar abater. Crianças precisam de mais tempo para digerir a morte.

Deixe a criança dizer adeus

Faça uma cerimônia para que a família se despeça do animal. Dizer adeus é o ponto de um novo começo. Ela pode escrever uma carta ou fazer um desenho para que tire de dentro de si o que está sentindo. No filme ‘Marley e eu’ acontece uma despedida bem emocionante e você pode se inspirar.

Espere um pouco antes de ter outro animal

Se apressar para ter um novo cão pode causar mais prejuízos à criança. Ela pode se sentir ressentida e não aceitar o novo animal.

Fonte:Petmag.uol.com.br

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Publicado por em 31 de julho de 2012 em Dicas

 

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Convivência entre cães e crianças – as raças mais e menos indicadas

A convivência entre cães e crianças pequenas nem sempre dá certo. Os humaninhos não sabem brincar, não têm limite com o cachorro, que acaba fugindo, se escondendo, rosnando e até mordendo a criança. Puxões no pelo, tapas, apertões e beliscões são os principais motivos que levam essa relação a dar errado.

são bernardo raça criança

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Apenas depois dos 10 anos é que a criança consegue compreender totalmente os cuidados que os cães precisam. Crianças menores de 3 anos não associam cães com seres vivos; é como uma pelúcia.

Existem algumas formas de evitar o pior, que é o ataque do cão à criança (num outro post falarei disso), mas há raças mais adequadas para conviver com os pequenos. São raças mais pacientes, suportam melhor a convivência com crianças e até mesmo os abusos por parte delas.

Bom, os cães de maior porte, por incrível que pareça, são mais tolerantes ao “sofrimento” causado pela criança, por outro lado, cães grandes até os dois anos de idade são atrapalhados e, mesmo sem ter intenção, pode acabar machucando a criança.

Vamos às raças mais apropriadas para crianças menores de 10 anos:

American Staffordshire Terrier – Mesmo tendo fama de valentão, este cão tende a ser agressivo apenas com outros cães, sendo totalmente leal à família e extremamente dócil com o terrorzinho dos cães: a criança!

Antigo Cão de Pastor Inglês (Bobtail) – Conhecido por cuidas das crianças, são muito tolerantes e calmos.

Beagle e outros cães de levante e corso (hounds), tais como o Bloodhound, o Harrier, Irish Wolfhound e o American Foxhound – São brincalhões e tolerantes, mas bastante enérgicos. Não são indicados pra serem criados em apartamento.

Boxer – Um cão de guarda, que protege a família e lida muito bem com os mais novos.

Poodle Grande – Os poodles de porte menor são nervosos e reativos, o que não acontece com o tipo grande da raça, que é uma ótima opção para famílias com crianças.

Cão de Água Português – Ativo e elegante, é um cão tolerante com as crianças.

Collie e Bearded Collie – São bastante pacientes com crianças.

Golden, Labrador e Retriever de Pêlo Liso – Dóceis, tolerantes e pacientes. O Labrador é, contudo, bastante trapalhão e excitável enquanto não atingir a idade adulta e pode ser necessário mais algum cuidado na vigilância das brincadeiras.

Bichon Havanês – É um cão de colo, pequeno e de apartamento, mas aceita bem crianças na família.

Hovawart, Terra Nova – São cães muito calmos e sossegados. Aturam as maiores travessuras, mas são bastante trapalhões enquanto pequenos e pode ser um desafio tentar fazer com que tenham cuidado com os movimentos.

São Bernardo – Conhecido como o cão-babá, essa é uma raça muito tranquila, mas estabanada. É preciso muito cuidado até que o cão complete 2 anos.

Mastiff – Um poderoso guarda, mas um gentil gigante com a família. Necessita , contudo, de uma forte socialização por ter temperamento forte e liderança e não deve ser cão para donos inexperientes.

Pug – Pequeno e cão de apartamento, que foge ao estereótipo dos cães pequenos e nervosos. É paciente, mas pode ser demasiado frágil para as crianças mais brutas.

Outras raças indicadas

Estas raças são também indicadas para conviverem com crianças, pois têm ainda uma elevada tolerância a abusos, mas não mostram um comportamento tão paciente assim. Mesmo assim, se adequam perfeitamente num ambiente familiar, especialmente se lidarem com crianças maiores.

  • Basset Hound
  • Bichon Frise
  • Boston Terrier
  • Boulldog Francês
  • Bulldog
  • Bull Terrier
  • Cão da Serra de Aires
  • Cocker Spaniel Inglês e Americano
  • Dálmata
  • Lulu da Pomerânia
  • Pastor Alemão
  • Podengo Português Médio
  • Schnauzer Grande
  • Setter Inglês
  • Shar Pei
  • Cocker Spaniel Inglês e Americano

Mesmo que essas raças sejam mais indicadas para conviver com crianças, a supervisão de um adulto é sempre a melhor forma de evitar acidentes e problemas. Ambas as partes necessitam de segurança.

Vamos às raças não indicadasraças não indicadas para crianças

Esses cães não curtem de ser tratados de forma bruta ou de serem constantemente assediados pelas crianças. Não são tão pacientes. Além disso, crianças podem machucar de verdade algumas dessas raças poe serem pequenas demais.

  • Alaskan Malamute
  • Poodle Médio, Anão ou Toy
  • Chihuahua
  • Chinese Crested Dog
  • Chow Chow
  • Jack Russell Terrier
  • Llhasa Apso
  • Pequinês
  • Pinscher Miniatura
  • Saluki
  • Schnauzer Miniatura
  • Tibetan Terrier
  • Weimaraner
  • Yorkshire Terrier

Crianças e cães podem ser educados ao convívio, possibilitando a interação de raças menos indicadas com crianças. Basta mostrar limites aos dois.

Cada cão é único e pode não corresponder às características da raça.

 
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Publicado por em 18 de julho de 2012 em Raças

 

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Vai ter um filho? O que fazer para o seu cão não ter ciúmes do recém-nascido

Quando meu sobrinho vai em casa a Madona late, chora, quer chegar perto. Não sei se é ciúme ou se ela só quer brincar com ele. De qualquer forma, fico imaginando o dia em que eu resolver ter meu filho. Para saber de antemão o que eu vou ter que fazer pesquisei e encontrei as dicas abaixo:

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o que fazer para o seu cachorro não sentir ciúme do seu filho

O jeito é não criar competição entre os dois. O peludinho deve relacionar a criança com uma coisa bastante prazerosa. O cão reconhece quem faz parte de sua “matilha” e ele deve compreender que o bebê é o mais novo integrante do bando.

Quando chegar em casa com o seu filho no colo apresente-o ao seu pet e deixe-o ser cheirado. No dia a dia crie situações agradáveis ao cão quando a criança estiver por perto, como brincadeiras, muita atenção e carinho. Dessa forma ele não sentirá ciúmes.

Se o seu cãozinho tem acesso ao quarto do bebê é preciso acostumá-lo algumas semanas antes

Da chegada do recém-nascido, para que ele não relacione a chegada da criança com a perda do território. O mesmo deve ser feito no caso de diminuição da atenção dada ao cão.

É bom lembrar que o cachorro não deve ficar sozinho junto com o bebê sem supervisão. O cão pode machucar a criança brincando de maneira desajeitada.

 
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Publicado por em 12 de dezembro de 2011 em Comportamento, Dicas

 

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