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Arquivo da categoria: Adestramento

Diferença entre psicologia canina e humana

Quem conhece o encantador de cães, Cesar Millan, e o Dr. Pet, Alexandre Rossi, já deve ter percebido a diferença entre a psicologia canina e a humana. São dois famosos especialistas, mas um trabalha com comportamento e estado mental e o outro, com adestramento.

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A diferença:

A psicologia canina é baseada no comportamento e no instinto do cão. O animal dá sinais que devem ser compreendidos e a partir disso, trabalhados.

Nesse caso, a reabilitação (e não adestramento) do cão é baseada no que ele precisa e quer, mas não de forma mimada. Quando um cachorro está ansioso, agressivo, obsessivo isso significa que algo está errado e que seu dono não está compreendendo o que ele quer.

Para trabalhar com psicologia canina, devemos ser calmos e assertivos (como diz Millan), compreender os sinais e trabalhar como um cão trabalharia – fazendo sons, gestos e usando posturas de cães.

Cesar Millan usa os dedos para “morder”, usa o “xiiii” como um rosnado e ensina as pessoas a serem líderes do bando (família). O humano se torna cão.

Já a psicologia humana é baseada no que o ser humano quer e no comportamento humano. Nós é que passamos sinais do que queremos, mas antes ensinamos ao cão como compreender.

Quem trabalha com a nossa psicologia é chamado adestrador. Através de recompensas o cão acaba aprendendo alguns comandos, fazendo com que o comportamento agressivo, obsessivo ou ansioso seja administrado.

O Alexandre trabalha dessa forma. Seus instrumentos são: petiscos, brinquedos, borrifador de água, biribinhas, e outro objetos humanos. O cão é humanizado.

Para entender melhor, você pode comparar o trabalho de um adestrador e de um psicólogo canino. Para ver o Alexandre Rossi em ação, assista Missão Pet às quartas-feiras – 22h30 no NatGeo. E para conhecer o trabalho do Cesar Millan, veja ‘O encantador de cães’ no Animal Planet diariamente às 21h.

 
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Publicado por em 8 de agosto de 2012 em Adestramento, Comportamento, Sem categoria

 

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Ensinando seu cão a passear na coleira sem puxar

A cada dia é mais difícil sair com a Madona, que está pesando 80kg. Ela não pode pensar em ir pra rua que fica louca. Dia desses até subiu num carro por causa de um cachorro que estava atrás, por isso corri atrás dessas dicas e vou ver se adianta. Bora tentar =)

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dicas de adestramento - passear

1. Você deve usar uma coleira desta mais comum de couro ou nylon. Eu não recomendo enforcadores nem aquelas coleiras com os pinos que apertam o comportamento de puxar e só provocam dor no animal. Também não recomendo coleiras peitorais. Elas incentivam mais ainda a puxar, por exercer a pressão sobre o peito do cachorro. É assim que cães que puxam cargas ou trenós são amarrados.

2. Antes de sair para passear com seu cachorro, brinque com ele no quintal ou dentro de casa mesmo. Jogue uma bolinha de tênis para ele ir buscar para você, ou qualquer outra atividade física intensa. Assim você dá uma canseira nele e quando vocês forem sair ele vai estar um pouco menos agitado. Dependendo da agitação do seu cachorro, você deve dar uma canseira de até uns 30 minutos nele. Tente fazer deste momento, um momento de se divertir com ele, de fazer uma boa farra e fortalecer a amizade entre vocês.

3. Um erro que cometemos com muita freqüência é deixar o cachorro super excitado na hora que ele vê a coleira. Muita gente começa a dizer “Vamos passear, Chico. Vamos, vamos, vamos passear” excitando o cachorro e ele fica super excitado pulando para todo lado e só vai ficar mais difícil de contê-lo quando você estiver na rua. Então vamos tentar fazer essa hora de sair um momento tranqüilo, você coloca a coleira e a guia no seu cachorro dentro de casa ou no seu quintal e deixe ele solto um pouco com a coleira, por exemplo enquanto vocês ainda estão brincando de bolinha. Assim ele se acostuma a ficar com a guia em casa e não vai ficar super excitado toda vez que você mostrar a guia para ele.

4. Ofereça uma água a ele antes de sair e, se possível, também durante o passeio.

5. Procure um lugar sem muitas distrações para este exercício. Se a sua rua for muito movimentada, com pessoas e outros cachorros passando vai ser mais difícil para ele se concentrar. Neste caso leve ele de carro a algum lugar mais tranqüilo para estas primeiras aulas. Vai ser muito mais fácil desta maneira.

6. O exercício é muito simples. O seu objetivo é que seu cachorro passeie ao seu lado, acompanhando você sem puxar a coleira. Ou seja, a coleira deve estar frouxa o tempo todo e não esticada pois ele está puxando. Escolha um lado e saia passeando, digamos para a direita. Assim que ele começar a puxar, você dá meia volta e muda de direção, indo para a esquerda. Agora ele está atrás de você, ajuste seu passo para que vocês dois caminhem lado a lado. Provavelmente ele vai começar a puxar de novo. Você vira-se de novo e volta a andar para a direita. E assim por diante.

7. Enquanto ele estiver andando ao seu lado sem puxar a coleira (com a coleira frouxa), elogie-o e dê-lhe algum petisco. Continue caminhando e elogiando enquanto ele não puxar.

8. Você está mostrando ao seu cão que puxar não vai levá-lo aonde ele quer. Toda vez que ele puxa querendo ir para a direita, você vira para a esquerda e vice-versa. Com o tempo ele vai aprender que caminhar ao seu lado sem puxar é o que vai fazer todos felizes.

Fonte: http://www.adestramentodecaes.com

 
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Publicado por em 1 de março de 2012 em Adestramento, Passeio

 

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Treinamento anti-envenenamento

Outro dia eu estava assistindo jornal e vi uma notícia sobre cães envenenados em uma mesma rua. Fiquei chocada, mesmo sabendo que isso, infelizmente, é comum. Existem serial killers de cachorros e todo cuidado é pouco para não perder o amigão antes do tempo.

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Mesmo não precisando me preocupar com isso (já que as meninas não ficam no portão da rua), decidi compartilhar aqui no blog um treinamento para tentar evitar o envenenamento. As dicas são de Tatiana Piancastelli, adestradora do Cão Cidadão.

como evitar que seu cão seja envenenadoImagem do site ctdogfitness.com.br, que oferece cursos anti-envenenamento

• Em primeiro lugar, há algumas medidas mais imediatas que podemos adotar: instalar câmeras de segurança na fachada e ao redor da casa para inibir que alimentos sejam jogados ao cão; Evitar que o cão fique no portão ou em frente à casa, além de ensiná-lo a não latir naquele ambiente (isso evita a inimizades ou problemas com a vizinhança);

• Treino para o cão não pegar comidas no chão sob supervisão: os treinos podem ser iniciados durante passeios na rua, onde encontraremos ração, pedaços de petiscos e até de comidas; você deverá impedi-lo de comer, através de uma bronca que seja mais adequada ao seu cão;

• Treino para o cão não ingerir alimentos de estranhos ou quando caem dentro de casa: este é um treinamento realizado em etapas, onde o primeiro passo é alimentar seu cão sempre em horários determinados e oferecer a ração somente em sua vasilha; Segundo passo: fazer uma simulação, onde pessoas estranhas jogarão comida no chão e quando ele for aceitar aplicar uma bronca despersonalizada.

É muito importante que o cão seja recompensado quando acertar o exercício, sendo oferecido a ele um petisco em seu comedouro.

Consulte sempre um profissional especializado em comportamento para colocar em prática este treinamento, pois além de ser um treino minucioso e estratégico, será necessária a ajuda de outras pessoas para realizar as tarefas.

 
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Publicado por em 27 de dezembro de 2011 em Adestramento

 

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Treinando cães com medo de escadas

Eu vivo esse problema de perto, como a maioria dos meus posts. A Madona e a Latoya travam na hora de descer escadas, principalmente se forem estreitas e pelas quais elas nunca desceram antes. Pesquisei e compartilho agora com vocês o resultado da minha busca:

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O medo é mais comum em cães que nunca usaram escadas antes, tanto para subi-las quanto para desce-las, principalmente. Com um pouquinho de paciência você treina o peludinho e logo ele ganhará os degraus.

É bom começar em uma escadaria pequena. O pet vai ficar assustado e hesitado se for começar por uma escada quilométrica. Três ou quatro degraus serão suficientes. Se der, leve outro cão acostumado a usar escadas. Isso dará segurança ao novato.

Comece o treinamento ensinando o cão a subir as escadas, pois, nesse caso, nenhum santo ajuda pra descer. Subir os degraus dará mais confiança ao filhote para desce-los.

Incentivar é importante. Você pode usar um petisco bem gostoso para estimula-lo. Ele se esforçará para pegar a delicinha e pode nem reparar que está evoluindo. Coloque o alimento no topo da escadaria e vai ver como logo ele chega lá.

Deixe o peludinho preso a você pela coleira durante o treinamento. Suba os degraus junto com ele, puxando-o delicadamente e sempre falando com ele.

Se o peludinho travar, mova as patas dele para o degrau acima. Faça isso quanto for necessário.

Além de usar petisco como estimulo você deve fazer muito carinho e brincar muito com seu pet quando ele atingir um novo degrau. Antes de tentar outro degrau, dê uns minutinhos de folga a ele.

Depois de subir, desça as escadas. Ele estará mais confiante e poderá ser mais fácil. Faça esse exercício farias vezes seguidas (sem deixar o cão exausto, claro) e sempre recompensando e elogiando. Logo seu amigão estará fazendo isso normalmente e confiante.

Boa sorte!

 
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Publicado por em 5 de dezembro de 2011 em Adestramento, Comportamento

 

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Dicas para o cão fazer as necessidades no lugar certo

Ninguém aguenta cachorro fazendo xixi e cocô em qualquer lugar, né? Acho que esse é dos fatores que desmotivam algumas famílias a terem um cão de estimação. Mas existem algumas formas de ensinar o animal a fazer suas necessidades no lugar certo. Aí vão umas dicas da veterinária Marisa Nogueira (extraídas no site mdemulher).

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1. O momento ideal para ensinar o cachorro a fazer xixi e cocô é enquanto ele ainda é filhote. A partir de 45 dias já é possível começar o adestramento.

2. Depois que o cachorro tiver comido e bebido água, o dono deve colocá-lo em um ambiente todo coberto por jornal. É só deixar o bichinho lá por uma hora e depois soltá-lo para brincar. Com o passar das semanas, deve-se diminuir a quantidade de jornal, até ficar somente uma folha. O cachorro fixará o comportamento e não fará nem xixi nem cocô em outros lugares.

3.  A veterinária lembra que há os chamados educadores sanitários, que produtos à base de amônia e que imitam o odor da urina do cachorro. Isso facilita o adestramento. São vendidos em lojas de artigos para animais. Porém, segundo ela, só precisam ser usados com cachorros mais velhos, que já tenham comportamento inadequado.

 
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Publicado por em 21 de outubro de 2011 em Adestramento

 

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Educação em 8 lições

Vi no site da Royal Canin (a melhor ração para quem tem um São Bernardo. A Madona adora) 8 lições para educar seu filhote e achei bem legal. Quero compartilhar com vocês (de forma mais resumida):

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A educação de seu filhote em 8 lições

Educar o filhote garante que ele conviva em harmonia com seu dono e seu círculo, além da integração com a sociedade.

1. Ensinar ao cão como se chama:

Cães tem ouvido apurado e não há necessidade de gritar. Pronuncie clara e lentamente seu nome, que quanto mais curto melhor, para chamar sua atenção e associe-o a cada ordem:

  • Desde o primeiro dia, chame seu filhote pelo nome.
  • Anteceda o chamado de seu nome por um momento agradável para incita-lo a executar as ordens.
  • Quando ele vier, afague-o e recompense-o com uma carícia.
  • Se ele demorar em vir, não o repreenda: ele demorará ainda mais para vir da próxima vez.

2. Não:

Preste atenção na coerência de suas ordens: o que você proíbe um dia não deve ser tolerado no outro dia pelas outras pessoas de seu convívio. Desde sua chegada, é essencial incutir no filhote o sentido da palavra “não”.

  • O ‘não’ será associado a todas as proibições.
  • Ele deve ser categórico e pronunciado com uma voz firme e sem equívoco enquanto você vê o filhote cometer uma ação proibida.
  • No final dessa aprendizagem, não hesite em dar um tapinha nas costas do filhote no momento em que diz “não”. Ele compreenderá rapidamente o significado do ‘não’ e adaptará seu comportamento à simples entonação de sua voz.

3. A limpeza

Se o seu filhote fez as necessidades em local indevido na sua ausência, não o repreenda! A repreensão só será eficaz se você pegar o filhote no ato. Um filhote que chega em uma casa geralmente não é treinado.

  • Saia frequentemente com seu filhote, se possível a cada duas horas durante o dia (saídas menos frequentes diminuirão seu aprendizado).
  • Saia após cada refeição, cada despertar e após as brincadeiras.
  • Comemore com elogios ou com carícias cada vez que ele conseguir.
  • Se dentro da casa seu cão roda em círculos, espere que ele comece a fazer sua necessidades e o repreenda dizendo “NÃO” com um tom firme e depois faça com que ele saia. Quando tiver terminado suas necessidades, fora de casa, acaricie-o e elogie-o.
  • Enfim, não se esqueça que na cidade a limpeza é imperativa. Leve sua sacolinha.

4. Sentado, deitado, fique

É importante respeitar a cronologia indicada para a aprendizagem dessas três ordens de base e certificar-se que uma ordem está bem adquirida antes de passar à seguinte.
Esses exercícios devem primeiramente ser praticados com o filhote na guia, desde que ele tenha aceitado seu uso.

Sentado:
Dando a ordem “sentado”, exerça uma pressão no nível dos rins do filhote, segurando sua cabeça para cima com a outra mão. Assim que ele se sentar, felicite-o, mencionando seu nome e acaricie-o.

Deitado:
Comece fazendo com que o filhote se sente, depois se agache ao lado dele. Mantenha suas patas para frente e puxe-as delicadamente para frente. Ao mesmo tempo, dê-lhe a ordem “deitado”. Quando ele se deitar, felicite seu filhote acariciando-o.

Fique:
Faça o seu filhote sentar, completando a ordem “sentado” por “fique”. Afaste-se alguns centímetros e se ele se levantar ou segui-lo, diga-lhe “Não” e coloque-o novamente no local inicial repetindo “sentado – fique”. Na medida em que ele progredir nessa aprendizagem, afaste-se cada vez mais do filhote, que estará livre ou preso a uma guia.

5. A caminhada com guia

Nunca bata em seu filhote com a guia: ela deve ser sinônimo de passeio, alegria e não de punição. Assim como a limpeza, o filhote aprende a caminhada com guia bem cedo.

  • Habitue seu filhote ao uso da coleira, depois inicie a caminhada com guia em casa, várias vezes por dia e sempre em sessões curtas.
  • Agora seu filhote deve aprender a caminhada com a guia na rua. Primeiramente, faça com que ele se sente à sua esquerda (por razões de comodidade pessoal, você pode decidir que será à direita, mas mantenha-se sempre ao mesmo lado), depois dê ordem para avançar e começar a andar.
  • Segure a guia levemente e avance em seu passo: o filhote caminha perto de você, sua cabeça está na altura de seus joelhos e a guia fica maleável.
  • Quando você parar, faça com que ele se sente e recompense-o com uma carícia.
  • Se o filhote puxar, diga “não” dando um puxão seco na guia.

6. O chamado

Se seu filhote não obedece à ordem “aqui”, saia no sentido oposto ou esconda-se: ele ficará inquieto por permanecer sozinho e voltará rapidamente!

Mais que uma ordem, o chamado é um convite para voltar perto de você e receber carícias ou recompensas: o chamado deve ser ligado a um gesto positivo, mas exige muito rigor de sua parte.

  • Comece associando o chamado à distribuição do alimento: um membro de sua família mantém o filhote à distância enquanto você prepara sua refeição. Chame, então, o cão pelo seu nome e diga “aqui”.
  • Pouco a pouco, com carícias, elogios e estímulos positivos, o filhote assimilará que com a ordem “aqui” ele deve imediatamente vir em sua direção.
  • Ponha isso em prática primeiramente dentro de casa antes de levá-lo para fora, preso por uma guia.

7. Ficar sozinho

Faça o possível para não habituar seu filhote à solidão antes dos 4-5 meses de idade: isso arriscaria gerar crises reais de ansiedade em seu jovem companheiro. A solidão é uma realidade que seu filhote conhecerá ocasionalmente ou regularmente. Tanto para um caso como para o outro, ele deve estar preparado.

  • Aproveite os momentos de cansaço do filhote para habitua-lo a ficar sozinho.
  • Nos primeiros momentos, ausente-se brevemente, alguns minutos. Se o filhote chorar, volte em sua direção, repreenda-o e saia novamente. Quando voltar, elogie-o se ele permaneceu calmo.
  • Progressivamente, você poderá estender a duração de suas ausências de tal maneira que elas se tornem uma prática natural que não precisa nem de ritual de adeus nem de encontros exuberantes.

8. A refeição

A distribuição de guloseimas ou de restos de alimentos caseiros rompe o equilíbrio nutricional proporcionado pelo alimento completo que você dá ao seu filhote. Além disso, se ela passar a ser excessiva ou regular pode fazer mal à saúde, favorecer o aumento de peso e estimular o filhote a pedir petiscos enquanto você faz suas refeições. As refeições também fazem parte de um código de boa conduta cujo respeito afastará os comportamentos indesejáveis.

  • Adote o ritmo certo: até os 6 meses de idade, dê-lhe 3 refeições por dia, depois passe a 2 até o fim do crescimento.
  • Ofereça suas refeições em horários fixos, no mesmo comedouro, no mesmo lugar, se possível, afastado de seu local de dormir. Não se esqueça de manter um bebedouro limpo e cheio de água fresca.
  • Faça com que ele coma após você: ele compreenderá quem é o “chefe”, pois é assim que isso se passa em uma matilha.

Recomendações gerais

A capacidade de aprendizagem varia de acordo com os filhotes, mas todos têm em comum o tempo de sono, que é muito importante, e uma certa fragilidade: respeite sempre seu ritmo e sua idade.

1 Brincar
O filhote adora brincar. É preciso aproveitar essa chance para educar sem pressão, através de curtos exercícios que ele realizará com prazer.
2 Etapa por etapa
A educação é conduzida por etapas. Filhotes muito novos dispõem de uma baixa capacidade de concentração: além de 3 sessões diárias de 5 minutos ele pode cansar.
Progressivamente, você poderá estender o tempo de trabalho para chegar em torno de 30 minutos por dia quando ele tiver cerca de 6 meses. No entanto, para favorecer a socialização, é recomendável multiplicar as descobertas do filhote com trajetos de carro, contatos com crianças, adultos e também com outros animais, etc.

3 Prazer e rigor
O prazer e o rigor condicionam a conquista da educação. Além das brincadeiras que permitirão educar o cão com alegria, a aprendizagem do filhote deve acontecer em um clima de confiança e paciência com certa firmeza. O cão que possui um senso sutil de igualdade desenvolverá melhor a vontade de ganhar sua afeição e de lhe dar prazer.

4 Recompensa
A recompensa faz a motivação crescer e facilita a educação. Para ser eficaz, ela deve ser significativa para o cão, isto é, o dono deve elogia-lo e acaricia-lo, entonações de voz calorosas. A utilização de guloseimas deve permanecer excepcional, a fim de preservar seu peso ideal.
Em compensação, qualquer besteira ou comportamento indesejável devem ser reprimidos, mas lembre-se que isso só será eficaz se você pegar o filhote no ato. Para a maioria dos filhotes, uma repreensão emitida em voz alta e grave é suficiente.

5 Linguagem
A linguagem que você utiliza deve ser adaptada ao animal. As ordens que você lhe dará devem ser simples, curtas e sempre repetidas. Não se esqueça de que o cão compreende mais a entonação dada que seu sentido: o tom que você utilizar vai variar, portanto, de acordo com o que você ordena, felicita ou repreende o filhote. O gesto é também um meio eficaz para fazer com que seu cão o compreenda.

 
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Publicado por em 11 de outubro de 2011 em Adestramento

 

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Adestrando o amigão em casa

Nem todo mundo tem grana para pagar pelo adestramento do cachorro, mas não é por isso que o amigão não vai aprender a obedecer, a fazer as sujeirinhas no lugar certo e sentar, deitar e rolar. A Madona, quando estava com 4 meses, já fazia tudo isso (tirando a parte das sujeirinhas no lugar certo, né).

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Como fazer o cão sentar

Para esse treinamento use um petisquinho. Primeiro chame o cão para um lugar espaçoso e agradável e mostre para ele o que você tem nas mãos. Repita sem usar nenhuma outra palavra: SENTA. Isso pode demorar um pouco, mas uma hora ele cansa e irá sentar. Aí você dá o petisco e elogia muito, fazendo bastante carinho. Repita isso mais uma ou duas vezes e irá ver como ele irá sentar já na primeira pronuncia do SENTA. Eu fiz desse jeitinho com a Madona e funcionou. Quem não tem paciência para esperar o cão cansar, pode falar senta e empurrar o quadril do cão, forçando a ação dele (dando o petisco da mesma forma).

Como fazer o cão dar a patinha

Pegue o petisco e mostre para o cão e mande-o sentar. Então mostre o petisco e feche as mãos repetindo a frase “Dá a patinha”. O cachorro irá tentar de várias formas pegar o petisco (inclusive com a boca), mas você continuará repetindo a frase sem abrir a mão. Uma hora ele tentará abrir sua mão com a pata. Dê o petisco imediatamente seguido de elogios e carinho. Quando você fizer de novo, ele já usará a pata. Depois de repetir o exercício umas 5 vezes, estenda a mão vazia e diga para ele dar a pata. Ele o fará para ganhar mais delicinhas. Fiz esse treinamento com a Madona e depois usei a frase “Toque aqui” e ela obedece as duas coisas.

Agora já chega. Está bom de treinamento por hoje. Num outro post eu falo sobre outros exercícios. Não se esqueça de que treinar muita coisa pode acabar confundindo o bichinho, então faça um exercício de cada vez.

 
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Publicado por em 3 de outubro de 2011 em Adestramento

 

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